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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Saber delegar não é fácil e não é tarefa para qualquer um!


Já se sentiu sobrecarregado no trabalho e escutou o precioso conselho para delegar mais funções aos demais membros de sua equipe? Pois é, eu também! Acho tal conselho válido, mas tem um pequeno detalhe. Como fazer isso?

O problema talvez seja falta de conhecimento das reais capacidades de sua equipe ou até mesmo falta de confiança em delegar tarefas cruciais que, se mal feitas, podem causar grande dano à empresa e à sua carreira, já que a responsabilidade pela realização da mesma é sua, independente de quem tenha feito. Viu como é complicado!?

Às vezes, fiscalizar, cobrar, ensinar e refazer um trabalho dá muito mais trabalho e estresse do que se tivéssemos feito tudo sozinhos de uma vez. Mas aí mora o problema da estafa. Sim, você vai se exaurir até o ponto de não funcionar mais! Isso não é bom. O que fazer então?

Comece montando uma equipe excelente, elimine os que são inúteis e/ou figurantes, e parta para a ação. Conheça seus colegas, saiba os pontos fortes e fracos deles, assim como suas capacidades criativas e limites. Tenha uma conversa franca sobre a dinâmica nova que será implantada no grupo, que atribuirá maiores responsabilidades para todos, inclusive para você mesmo, pois como líder é responsável por fazer “as coisas funcionarem e darem certo”, não é mesmo?

Mas, e se você não puder fazer isso porque não é o líder, e sim mais um membro da equipe? Se não tiver o poder para burilar seu grupo da melhor maneira que acha possível? Complicou! Você terá que expor a situação para seus superiores, juntamente com a solução para o problema e a comprovação de que essa é viável e acertada.

Não será nada fácil. Essa tática é arriscada e pode criar muito melindre dentro da equipe. Por isso você terá que ter certeza do que está dizendo antes de por essa ideia em prática. Há de se pesar os prós e os contras para ver se realmente vale todo esse esforço ou se não é melhor mudar de trabalho.

Se mesmo com suas sugestões (pertinentes, jamais mesquinhas ou sem fundamentos, afinal de contas sua reputação e carreira que estão em jogo!) não houver resposta dos superiores ou, ao menos, intenção de melhorar a situação, mude de emprego! Não vale a pena permanecer em um lugar que não respeita seus limites, o escuta e busque soluções para melhorar as condições de trabalho dos funcionários - o que acaba gerando lucros para a própria empresa.

Agora, se você tem condições de delegar tarefas e não o faz por acreditar que ninguém é tão bom quanto você para realizá-las, ou por estar com medo de ser substituído, ou porque não confia em ninguém mesmo sabendo que sua equipe é capacitada, você está paranóico e precisa de tratamento para desapegar dessas ideias contra-produtivas e obsessivas antes que realmente perca o emprego ou tenha um problema sério de saúde devido à sobrecarga de trabalho.

Você não é insubstituível e o que vai garantir sua posição na empresa é justamente sua capacidade de gerenciar a distribuição, cumprimento e sucesso das tarefas que são direcionadas para a sua equipe.

Delegar é uma arte que a gente aprende com o tempo. Se temos conhecimento sobre a qualidade e capacidades da equipe, fica fácil começar a delegar e relaxar quanto ao fato de estar fazendo isso. No começo é bem possível que fique vigiando excessivamente o andamento de tudo, mas depois dos primeiros resultados e ajustes, você ficará mais seguro, satisfeito e feliz com o andamento do seu trabalho. 

Boa sorte!

domingo, 1 de maio de 2011

A geração Y não tem medo da demissão. Por quê?


Durante muito tempo um dos maiores pesadelos dos funcionários de uma empresa era ser demitido. Talvez por isso muitos deles aceitassem calados injúrias, excesso de trabalho, não pagamento de horas extras, salários baixos sem nenhum vislumbre de promoção ou aumento da remuneração. 

Hoje a coisa mudou. A geração Y não tem medo de mudar de emprego, trocar de empresas, de não ficar anos a fio em uma mesma organização. Muito pelo contrário! Eles sabem que ao trocarem de emprego – em busca de melhores e mais enriquecedoras oportunidades de crescimento –, aumentam sua bagagem pessoal e profissional. Saber lidar com diferentes culturas dentro de uma organização é uma qualidade muito apreciada atualmente e os jovens com experiência em diferentes empresas acabam adquirindo essa capacidade.

A vida do “gerentão” das antigas fica mais difícil, pois ele não mais consegue manobrar seus novos funcionários a seu bel prazer. O Ys não toleram ficar fazendo hora besta (hora extra desnecessária), não aceitam serem enganados, tão pouco regras sem pé nem cabeça que só servem para chefes inseguros mostrarem que mandam.

Ser demitido não é um problema tão grave hoje quanto era até pouco tempo atrás. O cenário brasileiro está mudando e as oportunidades de crescimento profissional e de trabalho em si estão quase abundantes. E o que vem a ser “quase abundantes”? Significa que hoje são oferecidas muitas vagas de trabalho, mas nem todas são interessantes, e ser interessante é importantíssimo para os Ys.

Membros dessa geração ficam entediados e desmotivados muito rápido com trabalhos sem criatividade e possibilidade de ascensão. Eles não querem ficar estacionados em uma posição realizando pelo resto da vida o mesmo trabalho, sem grandes desafios ou mudanças. Completamente diferente dos antigos costumes que prezavam tanto a estabilidade e a compartimentalização de trabalhos e conhecimentos sobre o mesmo.

O mundo agora é plural e interconectado. Não basta ser especialista em uma parte do processo, é preciso ver, conhecer e interagir com o todo, como os Ys fazem. Muitas empresas ainda não perceberam isso e estão fadadas à perecer junto com seus conceitos arcaicos. Outras ainda apresentam dificuldade de adaptação aos novos tempos e novas gerações, que não querem ou precisam das mesmas coisas que as passadas para funcionar bem.

Toda essa mudança força as organizações a valorizarem mais seus funcionários, escurarem opiniões e o que mais eles têm a dizer, além de torná-los parte importante do processo de  crescimento da mesma. Elas já não podem mais se dar ao luxo de os perder ou de não os  conquistar para um posição no seu quadro de trabalho.

Enquanto gerentes e diretores não entenderem e se adaptarem aos novos tempos sofrerão com a falta de jeito para lidar com jovens dessa geração, o elevado turnover nas empresas e o desinteresse de profissionais de ponta em fazerem parte de suas equipes. Fica a dica!

* Até que enfim uma boa notícia para os trabalhadores no dia do trabalho! Boa sorte para todos nós!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A IMPORTÂNCIA DO TWITTER COMO FERRAMENTA DE NEGÓCIOS

A utilização do Twitter como ferramenta empresarial de aproximação com os mercados consumidores vem sendo usada como estratégia por várias empresas. Mas até que ponto essa proximidade é benéfica para as organizações? Não seria o Twitter uma forma de invasão da privacidade do cliente? Ou talvez mais uma opção de vigilância, por parte dos consumidores e da concorrência, das ações – positivas e negativas – das empresas das quais é cliente? Como a utilização do Twitter pode fomentar o crescimento das organizações? E como ele aumenta a visibilidade delas? Enfim, o Twitter é uma boa ferramenta estratégica? 

Esse tema surgiu da necessidade de demonstrar a utilidade estratégica do Twitter nas organizações privadas. O microblog Twitter, que é também uma rede social, vem se tornando uma ferramenta de interação das organizações com seus públicos, aproximando os dois. O assunto é relevante devido à novidade do uso do Twitter como ferramenta empresarial estratégica e as inúmeras vantagens comerciais que ela pode agregar para as organizações. 


O artigo pretende apontar as vantagens financeiras para as empresas que investirem em redes sociais como ferramenta empresarial de pesquisa das necessidades de seus clientes. E também como os conhecimentos adquiridos através do Twitter serão úteis no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Gostaria de saber a opinião de vocês sobre o tema. Boa leitura!